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quarta-feira, 21 de julho de 2010

Educação

Bom gente, como é do conhecimento de todos eu levo uma vida tripla! de dia vendo GVT, segunda e quinta de noite eu sou pró de História do Universidade para todos e danço forró nas horas vagas rsrs

Hoje eu quero falar de educação.

Sim lamentos batidos, adoro dar aula, sei que não sou a melhor pró do mundo, ainda tenho muito a aprender, de história e de tecnicas para lecionar. Estou no projeto não só pelo dinheiro, olha que a bolsa esse ano ta legalzinha ein?!, mas por que eu gosto da idéia em si do projeto. Pré vestibular para alunos que vieram da escola pública.

Interessante pensar que se inscreve no projeto quem tem interesse, tenho alunos dos 17 até os quase 60 anos, e dou o maior valor principalmente aos alunos que passaram dos 30, 40 anos mas que tem objetivos de estudar, crescer, aprender. Estes são para mim um exemplo de perseverança. Por outro lado, talvez pelo fato do projeto não gerar custos tenho a sensação de que nem sempre o projeto é valorizado.

É triste, acredito que não a mim, entrar em uma sala de aula com 3, 4 alunos. depois a sala ate enche um pouco... Tantas pessoas gostariam de ter essa oportunidade e não tem... Ao mesmo tempo também não sinto muito empenho por parte da coordenação (pelo menos onde estou nas segundas-feiras). Procura um mapa... não tem... Tempo para passar um filme, discutir alguns assuntos mais a fundo... também não tem... Até marcar aula de reposição tem sido complicado... Dificl isso, viu?!


O outro polo me preocupa mais, não por falha deles ou de estrutura, mas falha minha, assumo. Amanhã vou procurar agendar um aulão. A coordenação me parece super acessível, então acredito que não seja tão burocrática, chata e blablabla.

Sei que nada é perfeito, mas é muito assunto, pouca hora aula, poucos recursos, mapas precários então quase tudo é quadro e voz e haja voz...

Mas eu juro solenemente me esforçar ao máximo, dar o melhor de mim para ajudar que eles cresçam e consigam conquistar seus objetivos, sei que alguns dias vou estar cansada, sem vontade, mas sei que quando entro na sala de aula uma energia se renova dentro de mim, me sinto feliz, me sinto plena... Vocação? Amor? Não sei... mas sei que quero muito poder trazer coisas legais e acrescentar conhecimento a estes que tem pela frente o vestibular....

E que os próximos governantes, que serão eleitos em outubro olhem com mais carinho para a carente escola pública que temos.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Entre Freyre e Buarque

Hoje findou mais um semestre, mais uma disciplina, um trabalho e férias!

Fim das aulas de Gino e das discussões acerca de Giberto Freyre e Sergio Buarque de Holanda! Falamos dosbre escravidão (ebaaa), paternalismo,  a visão de Freiyre. Revolução mudança politica lenta, transição, homem cordial... os pensamentos de Sergio Buarque.

Dizer que eu sei perfeitamente diferenciar os dois, é mentira afinal, não que eu tenha estudado durante o semestre, mas a atenção nas aulas foi total! e como foram boas as aulas de Gino! interessantes, o gosto dele por lecionar e nos mostrar as diferenças de pensar eu digo: Foi Um Prazer Imenso!!!

Analisar, pensar a cultura, a politica brasileira pra mim é revigorante, saio desta disciplina um pouco mais inteligente! e com esperança de conseguir passar um pouquinho disto aos meus aluninhos do UPT. Que chegue logo a hora de lecionar sobre Brasil!

Será que eu consigo mostrar que por exemplo, a influencia portuguesa valorizada por Freyre quando tratamos da capacidade de miscigenar, é a influencia que para Holanda deve ser superada.

A conclusão do curso foi muito legal! depois de discutir e debater sobre os dois autores, saber que Buarque em vários aspectos segue a cartilha de Freyre em outras se distancia... A frase que concluiu o curso foi de Freyre mostrando como muitas vezes ele foi mais a frente do seu sucessor: falava sobre a influencia do negro de como a solidariedade entre os negros de certa forma se sobressaiu perante a familia patriarcal, da união dos negros como classe e outras coisas.. pena que não tenho a referencia para postar na integra.

Final de uma disciplina feliz!

sábado, 29 de maio de 2010

Futebol - A paixão nacional.

La fui eu para a aula de Muniz, sexta de manha, sobre cultura resistencia e não sei mais o que contemporânea! Disciplina muitíssimo interessante, só que por causa do trampo eu não consigo freqüentar da maneira que deveria.

Cheguei então na aula, atrasada como sempre e a discussão: FUTEBOL! Não vem ao caso relatar todo o debate, mas sim alguns pontos que considero interessantes e curiosos no que se trata de Futebol e História!

Leigos como e... já repararam como o jogo de futebol se assemelha a guerra??? =OO Sim! Futebol x Guerra! em ambos pode-se dizer que temos a linha de frente, a retaguarda e o ataque pelos flancos. Fazer um gol á atingir a meta do adversário. Numa guerra ganha quem conquista o espaço. tem um domínio maior. Domínio do campo de futebol, uma guerra onde 22 homens corre atrás de uma bola. Bola, brinquedo, objeto lúdico. O que seria o futebol então? Guerra? Brincadeira?

A torcida na emoção, jogadores ação e razão!A torcida, que une, incentiva, carrega bandeiras do seu país tanto na copa quanto na guerra. porque o cabra pode até trair a mulher, mas mudar de time de futebol? JAMAIS! 

Outro fato curioso foi descobrir o porque da bonificação dada aos jogadores em caso de vitória se chama bicho! Tão obvio! Jogo do bicho! Calma!Eu explico! Nos primórdios do futebol, quando os jogadores não eram profissionais, quando não existia salário para os jogadores, e já existiam alguns jogadores do proletariado (bom pelo menos foi assim que eu entendi), o Bicho era paga pelos jogos ganhos, galo, zebra, cobra e sei la mas quantos bichos que tem no jogo, os animais eram referencias dos valores a serem pagos (animal = $$$). Será que deu pra entender?

Isto me leva a um ultimo ponto a comentar, o nosso futebol, esporte nacional, do povão, foi sim um esporte elitista. teve seu início no período da Revolução industrial na Inglaterra. As indústrias fabricas, ou sei la qual é o termo que eu não lembro agora, dava a possibilidade do alto escalão de jogar. Aqui no Brasil no início também eram os funcionários dos altos cargos, bem remunerados e brancos que corriam atrás da pelota. Uma indútria textil de Bangu, que começou a dar oportunidade aos operários para jogarem. E assim foi se desenvolvendo e evoluindo o futebol, contratando funcionários para que pudessem jogar nos times das fabricas, clubes, e veio a profissionalização, lei do passe, lei Pelé e sei la eu mais quantas leis...

Minha intenção não foi debater, e analisar, mas sim compartilhar com todos os leitores um novo aprendizado meu. relatar esta nova experiência sobre a paixão nacional.

Afinal... a Copa do Mundo tá aí, né geitein???

Parte de mim quer muito o Brasil na final, Rumo ao Hexa!!!!

Outra parte, ahhh tomara que o Brasil sai logo... afinal sou vendedora neh meu povo? e ninguém vende nada em dia de jogo!!! Tô na luta correndo atrás do meu dindin!!!

Amplexos e Ósculos!!!!