sexta-feira, 2 de julho de 2021

Viciei em Séries! E Agora???

Se tem um vicio que a quarentena me trouxe foi o de assistir séries, é uma seguida da outra, nos ultimos 7 meses assisti tantas, reassisti algumas que para ter uma noção resolvi listar, com comentários? talvez rs, mas a ideia é ter um ideia do que eu já assisti e compartilhar com quem chegar a ler isso aqui =)

1 - Arrow (que estou reassistindo pela 3º vez) - sem dúvida das minhas favoritas

2 - Lucifer (Já assiti 3 vezes também) - Estou preferindo a DC?

3 - The Fash (reassisti a série)

4 - SuperGirl (Reassisti a ´serie tb)

5 - Jane a Virgem (reassisti tb)

6 - Spartacus (assisti 2 vezes)

7 - As crônicas de Shannara

8 - Sex Education

9 - How to get away with murder (Como defender um assassino) - Viola Davis Maravilhosa!!!!

10 - Lupin - Em alguns momentos acho meio lenta, mas no final fico feliz em assistir! 

11 -  Eu nunca - Essas séries e filmes adolescentes que eu adoro hahaha 

12 - Ginny e Georgia

13 - Shadow and Bone (Sobra e assos) -  esperando ansiosa a segunda temporada

14 - Valéria

15 - The Bold Type - realmente parece meu grupo de amigas <3

16 - Ultimate Beastmaster - porque eu já gosto dessas competições estilo ninja warrior

17 - Abstract - porque série também pode ser para estudar e criar novas referências

18 - Madam C.J. Walker (Este foi no início da pandemia)

19 -  O mundo segundo Jeff Goldblum 

20 - Legends of tomorrow - Comecei mas não terminei

21 - Sweet tooth - Também comecei e não terminei

22 - Sex!fy - Também não terminei

23 - Truques da mente - mais uma que eu não terminei

24 - Tatoo Fail - Pra quem ama tatoo super indico

25 - Merlin

26 - Casamento às Cegas

27 - The Crown

18 - Monstros no trabalho

19 - Cheer (as duas temporadas)

20 - Casamento as segas Brasil

21 - Polos Opostos

22 - Savation (triste que a série foi descontinuada)

23 - A Cozinheira de Castamar

24 - Spin Out


terça-feira, 7 de abril de 2020

Pensamentos quarentênicos na madrugada

Quando você perdeu a sua humanidade?
Quando você deixou de olhar pro outro?
Quando o seu egocentrismo passou a ser tão importante a ponto de você ser incapaz de olhar para o lado?
Até que ponto o seu eu importa mais do que o nós?
Nem momento, quarentenados,  o quanto você é capaz de pensar no outro?
São as mais variadas formas de ajudarmos uns aos outros...
É uma ajuda financeira para aqueles que não tem de onde tirar sua subsistência...
É a cordialidade com quem só recebe as costas... Os invisíveis da sociedade...
É a palavra de alento e conforto com aqueles que estão zelando por nós...
É um papo despretensioso com alguém...
É o abraço distante que mostra que isolados estamos juntos...
Quantas pessoas estão sós em suas casas?
Quantas pessoas não podem ter sequer um momento de solidão com suas casas que abrigam muitos?
São dias de resiliência...
Em que devemos nos preparar para o que está por vir...
Tudo mudou, o mundo está mudando, nós que estamos, cada um a sua forma, passando por estes tempos estamos mudando...
Não é possível passar ileso...
Todos nós temos nossas dores e nossas dificuldades...
Tudo está mais difícil...
Tudo é mais intenso...
Quantos querem um abraço?
Quantos tem abraços quando prefeririam a solidão?
São os dilemas que nos estão impostos...
Quantos gostariam de poder se isolar e se proteger e não podem? Ou porque trabalham, ou porque não tem para onde ir?
Nada será igual...
Nem eu, nem você...
Essa é a nossa chance de pensar em como podemos fazer o melhor para nós e para os outros...


quinta-feira, 20 de junho de 2019

=)



Quando ser feliz por sí só se basta
Se permitir viver e sentir
É dar tudo de mim pelo que se quer
É virar noite e tentar correr na frente pra não ficar para trás
Mas é também se permitir não ser perfeita
E tá tudo bem
E isso também faz feliz
É poder se dar um dia de folga e decidir que isso não vai pesar
É dormir aproveitando que não tem aula e não hora para acordar
Rir sozinha das aleatoridades, gargalhar, até a barriga doer
Ser a melhor companhia de si
E sendo a melhor companhia de si querer ser companhia também
Felicidade quando a gente sente não cabe mais só em si
É saber que não é eterna 
Mas ter esse porto seguro em si mesma de que, quando ela se for, ela também pode voltar
E que tudo seja mais leve

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Reencontro

Olhar a tela em branco e perceber que há tanto para escrever, tanto para transmitir sobre tudo que tem sido tão diferente.

Pela primeira vez estar complemente só em um espaço, eu, meu caos e meu sentido, a harmonia e desarmonia que me bastam e o aprender diário de lidar com a solidão, de ser a pior e a melhor companhia de mim mesma.

Me fechei no meu espaço, meu templo, minha individualidade, minhas conquistas, minhas dúvidas e incertezas.

Me abri para o mundo e me reconheci, recordei, relembrei, revivi partes de mim adormecidas, reencontrei pessoas queridas e me reencontrei nelas, parte da essência vital que rotinas, mudanças e dificuldades por vezes acabam adormecendo.

Nos últimos anos aprendi a desfrutar prazerosamente do silêncio tão sensato e tão necessário para a ordem das coisas. 

Nos últimos meses redescobri minhas músicas e a cantoria feliz que renova energias, mas principalmente tenho encontrado o equilíbrio de silêncio e música.

A cabeça nunca para; sejam ideias ou preocupações, meditar tem sido um porto de paz.

Tenho aprendido a lidar com a saudade e as distâncias enquanto as viagens estão nos planos mas ainda não estão ao alcance.

A ausência do meu velhinho ranzinza, fiel escudeiro, do meu amor incondicional de quatro patas, ainda sinto todos dias mesmo 1 ano e 9 meses depois da sua partida... 14 anos não são 14 dias.... E só nós sabemos tudo que passamos durante todo esse tempo... Eu sigo com você no coração.

Chega o momento de seguir adiante, de viver novas experiências e desafios, me reencontrado e reconectando, mas principalmente abrindo novas possibilidades de agora em diante.

Sim, eu quero.





sexta-feira, 19 de abril de 2019

A tinta que eu escolhi sozinha

Durante os últimos 3 anos e meio todas as vezes em que pintei o cabelo Ramon esteve comigo escolhendo a tinta, era uma briga e uma diversão e sempre uma incógnita de qual cor seria da vez, enquanto ele queria as mais extravagantes eu preferia as mais fechadas, eram horas nas americanas escolhendo a tinta, eu me divertia com isso.

Em 31 de janeiro isso mudou. Em 31 de janeiro nosso relacionamento chegou ao fim, não houveram brigas, mas desgastes e sonhos de vida diferentes e desde então tudo mudou de novo.

Me ví sozinha em casa, sim eu recebi todo carinho, amor e apoio possível dos que me cercam, mas a realidade doméstica me apresentou uma solidão que eu nunca senti, mesmo quando passei a morar sozinha; sozinha não, com o Leãozinho, meu companheiro, meu fiel escudeiro, meu protetor, meu ranzinza. E, um ano e sete meses depois da sua partida, o vazio permanece no coração.

Desde 31 de janeiro uma nova realidade me foi apresentada, estar comigo e ser a minha melhor companhia. Entre dias bons, ruins, lágrimas e sorrisos vou me adaptando.

Nunca, desde que comecei meu curso de produção cultural me dediquei tanto, me esforcei tanto para alcançar um objetivo quanto agora, que tenho um objetivo real, me formar. Tem momentos em que eu penso que não vou dar conta, mas mesmo assim tem sido leve, tem sido prazeroso, tem sido feliz.

Nunca em todos esses anos, desde 2009, quando fui morar sozinha, pensei em ter uma rotina apenas minha, e pensar minha casa, minhas obrigações, meus horários... Estou aprendendo a me reinventar, a me encontrar e reencontrar...

Escolhi minha tinta de cabelo sozinha, busquei uma que remetesse a cor do meu cabelo, neste momento de reencontro eu quis ter uma nova oportunidade de ser eu mesma e nenhum momento é melhor que o agora para me encontrar novamente.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Aspirações acadêmicas? Acho que chegou a hora!

Já são tantos anos de UFBA que eu realmente pensei que este dia não chegaria.

Primeiro eu quis estudar o Candomblé, alguns semestres da minha vida em que busquei aprofundar o estudo da escravidão, religião, religiosidade até chegar aos Bantos, mas no meio do percurso eu desisti.

Então veio um projeto pessoal, a biografia de um Trio que eu admiro, respeito, convivo, aprendo. Submissão no mestrado, não foi aprovado. Comecei a me aprofundar sobre festas, São João, forró. Por dificuldades no percurso foi adiado, mas este é meu projeto pessoal e jamais será esquecido, ele vai sair!

Por ultimo: um encontro. Da necessidade, um projeto. Das crises à escrita. Das ideias ao texto. e, no final de 2018.1 o projeto saiu. com todas as dificuldades ele saiu. Minha inquietação virou um projeto, e eu realmente gostei dele. Não foi escrito como eu gostaria, como deveria, mas, sem duvidas no ano mais difícil que já passei ele saiu. Um semestre de discussão foi escrito em praticamente dois dias. Foi a hora então do segundo passo. Quem me orientaria? Não, eu não pretendia mudar o foco do meu projeto.Esperei passar a eleição, meu coração não aguentaria tanta pressão de uma só vez. Criei coragem, mandei um email e tive resposta, e depois uma reunião e um sim. Um mês depois se passaram duas reuniões do grupo de pesquisa. Carta de aceite nas mãos pronta para o próximo desafio, pronta pra matrícula, pronta para encarar um ano de TCC e um ano de preparação para a seleção de mestrado. Agora eu me encontrei. Chegou a hora!



segunda-feira, 25 de junho de 2018

2018.. dá pra pular pra 2019?

2018 o ano em que em sido difícil manter a sanidade...

Esse é o ano em que pensar positivo não basta, as coisas são extremamente amarradas para acontecer, você faz planos, traça metas se dedica, e tenta criar, busca soluções, procura oportunidades, mas está tudo complicado...
O Brasil está complicado, sua vida está complicada, você olha pro lado e vê que pros seus pais também não está fácil, nem pro seu namorado, nem pra família dele, nem pros seus amigos...
Ninguém deixa a peteca cair, se ajuda daqui, dali, mas ta foda! Não tem jeito. Tá muito foda.
Um dos anos mais difíceis que eu já passei financeiramente, e eu já passei por um bocado de coisa...
Tem momentos que é desesperador olhar a conta do banco e pensar ou eu pago uma parte do aluguem com a bolsa do estágio ou eu como e pego ônibus durante o mês... as duas coisas é praticamente mágica e muita ajuda.
Dias e dias em casa sem eu ja passei sem sair, porque não tinha condições, porque não tinha para o ônibus, o maxims de cultura é algum avento no vizinho Pelourinho ou um teatro quando ganha ingresso, nem cinema... quanto mais um show.. ingresso, água, uber pra voltar pra casa... um luxo que hoje não existe na minha vida...
É um tentar sacudir a poeira todos os dias, é buscar um freela, mandar currículo, juntar forças de ondem nem existe mais para poder cumprir as obrigações, pra tentar estudar, pra dar apoio, pra traçar metas e fazer planos... um fiozinho de energia e esperança que a gente não pode deixar romper...
É preciso manter a sanidade por você e pelos outros porque vivemos como em uma rede... se viver um buraco é por onde os peixes tão raros e escaços vão fugir... É preciso manter a sanidade porque precisamos ter saúde... Quanto menos sanidade mais nosso sistema imunológico sofre... quanto menos sanidade mais a gente afunda, e o poço é fundo, voltar dele é difícil...

2018 o ano que eu gostaria que acabasse.. mas ainda estamos na metade....